
Uma garota, sonhadora, escrevia, ria, chorava. Era comum. Mas o que diferenciava, quase mutuamente, era a realidade que ela aceitava. A que ela decidiu que não a prenderia. Escrever, pra ela era uma escapatória da realidade, que embora ela aceitava sem criticas, não gostava. Criava sua historia, fazia o que gostava, dizia o que pensava ouvia o que precisava. Era capaz de loucuras, até de trocar o amor pela literatura. Uma troca estranha, mas ao meu ver, justa.
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