cigarro, não cura...

Uma lágrima, e outra tragada num cigarro. Era assim, que aquela adolescente agia, naquela tarde. A nostalgia, a machucava e para ela, o baseado era a solução aparente. Machucava por dentro, mas o reflexo disso, qualquer um podia ver. Era como se toda aquela fumaça que saía de dentro dela, fosse tirar a dor que sentia. Mas ao invés disso, a fumaça levava quem ela era. Em poucos minutos, o que restou era exatamente tudo aquilo que ela queria jogar fora : a dor. Nada mais, parecia fazer sentido, a não ser chorar. A garota, não sabia como agir frente a isso, não sabia o que dizer ou pensar. Era como um fantasma, sem identidade, sem o seu "eu". 

O destino dela, é imaginável, mas quem é que deseja isso ?

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